Perrengue em voo

Na nossa viagem à Região Norte, tomamos inúmeros cuidados com alimentação e água, mas mesmo assim meu pai voltou passando mal e, em seguida, eu também não me senti bem.

Léo não teve nada, mas na terça-feira dia 30, duas semanas depois, começou a sentir muito enjoo, teve vômito a noite toda e acabamos indo bem cedo ao hospital, onde o médico diagnosticou uma virose e eu me esqueci de comentar sobre a nossa estada recente no Norte, já que poderia ser uma infecção atrasada, ainda mais que os vômitos cessaram e começou uma diarreia.

No dia seguinte ele acordou melhor, foi trabalhar, mas à noite ele voltou a ter diarreia e foi trabalhar no dia seguinte, mas com receio de passar mal, passou o dia a gatorade e torrada. Conseguiu sair um pouco mais cedo do trabalho por não estar se sentindo bem, mas já chegou quase na hora de irmos para o aeroporto, estávamos com voo marcado para Brasília, no sábado iríamos, enfim, conhecer Pirenópolis (veja o post).

No voo, ele estava sentindo uma pressão na barriga, fiquei monitorando e perguntando de minuto em minuto como ele estava, até que ele quis se levantar, não conseguiu, disse que ia apagar e, daí, foi só aquela loucura de avisar comissário, ele solicitar ajuda espontânea de médicos e, graças a Deus, apareceram 4. Fizeram uns testes de nuca aos quais ele não respondeu muito bem, a pressão estava muita baixa, 8/5. Deitaram ele e levantaram as pernas para que a pressão voltasse, quase tomou soro em pleno voo, mas aos poucos a pressão foi voltando ao normal.

Foi um susto e tanto e fomos avisados de que uma ambulância nos estaria esperando na porta do voo, para que ele fosse avaliado pelos médicos do aeroporto. Fomos de ambulância até este posto médico, avisei a Cássia e André (amigos de Brasília) do acontecido – eles estavam nos esperando – e ainda ficamos ali por mais ou menos meia hora, até ele ser medicado, avaliado e, finalmente, liberado.

Antes de todo acontecido já tinha pedido a Cássia para comprar soro, que foi o que fez o Léo ir se recuperando, já que passou à noite toda se hidratando.

Agradeci a Deus por ter sido apenas um susto e pelo Léo ter ficado bem.

Aprendizado desse perrengue:

  1. Levar sal e açúcar na mala de mão, nunca sabemos quando isso pode acontecer (acreditem se quiser, mas não tinha neste voo).
  2. Não voe quando não estiver bem de saúde,  ou, se preciso, descanse muito bem antes de pegar um voo.

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3 comentários Adicione o seu

  1. nelma silva disse:

    O léo me contou dessa situação. Poxa Sinto muito pelo ocorrido. Essa é mais uma história “mirabolante” que vocês tem pra contar, rs Ahh e Graças que deu tudo certo! Ah O que houve com teu pai e contigo após a viagem pra cá, Karla?

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  2. Daniel disse:

    Karlinha, que baita susto! Que bom que no final deu tudo certo e anotei a dica do sal e açúcar 🙂 Beijão

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    1. Karla Maria Corrêa disse:

      Foi um susto e tanto mesmo, mas graças a Deus ficou tudo bem e servirá como aprendizado. Abraços

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